Já aqui falámos dos grandes falhanços de 2025, mas agora é altura de virar a página para algo mais positivo. Que produtos e decisões nos deixaram realmente impressionados? Estes são os grandes vencedores de 2025, escolhidos a dedo pela nossa redação.
A China esmaga a concorrência
Jelle: “Na minha opinião, este ano não temos apenas um ou dois vencedores, mas sim todo um bloco: os fabricantes chineses de smartphones. Esmagaram completamente a concorrência da Coreia do Sul, dos Estados Unidos e da Europa. E o segredo? Coragem, força bruta e muita ousadia.
Enquanto a Samsung e a Google hesitaram na transição para tecnologias como as baterias de silício-carbono, marcas como a OnePlus, a OPPO e a Xiaomi avançaram sem medos. O resultado está à vista: equipamentos como o OPPO Find X9 Pro ou o OnePlus 15 aguentam dois, por vezes até três dias longe da tomada! Isto sim, é uma evolução no mundo dos smartphones que nos traz benefícios reais. É bem diferente do refrão ‘IA, IA, IA’ que a Samsung tem repetido nos últimos anos. Resumindo: são os fabricantes chineses que estão a dar cartas neste momento.”

Mais bateria, menos stress
Laura: “A autonomia dos topos de gama da OPPO e da OnePlus é algo que continuo a valorizar, mesmo meses depois de começar a usá-los. É uma sensação de liberdade incrível não ter de olhar para o canto superior direito do ecrã com medo do que vou encontrar.
Como passo muito tempo fora de casa, preciso de poder confiar na bateria do meu telemóvel. Acabou-se a dependência do powerbank e aquela ansiedade constante — o famoso ‘stress da bateria’ — de ter de encontrar uma tomada a meio do dia.”
Os smartphones continuam a evoluir
Sven: “Ouve-se muitas vezes aquela crítica de que ‘os telemóveis novos são todos iguais aos antigos’. Pois bem, 2025 provou exatamente o contrário. Os dobráveis (foldables) amadureceram imenso, surgindo em vários formatos, e a Samsung, em particular, deu passos de gigante neste campo.
Além disso, tal como a Laura referiu, as marcas chinesas atingiram um nível de eficiência energética impressionante. Se juntarmos a isto os novos sistemas operativos, tivemos um ano de verdadeiras atualizações de software. Mal posso esperar para ver o que 2026 nos reserva.”

O fiasco dos telemóveis ‘anorexicos’
Timothy: “Sei o que estás a pensar: ‘Um fiasco? Mas isso é uma coisa boa?’ Deixa-me explicar. Em 2025, alguns fabricantes apostaram tudo na magreza extrema. A Apple teve o iPhone 17 Air e, no mundo Android, o destaque (pelas piores razões) foi o Samsung Galaxy S25 Edge. As vendas foram fracas, e ainda bem.
O problema destes telemóveis ultrafinos é o compromisso: perdes câmaras, a bateria torna-se minúscula e, ainda por cima, pagas uma fortuna por isso. Se estes modelos tivessem sido um sucesso, isso teria dado aos fabricantes o sinal errado: o de que os consumidores aceitam especificações inferiores e preços altos em troca de um design fino. Provavelmente, teríamos visto ainda mais marcas a seguir este caminho, algo a que me oponho totalmente.
Sinceramente, telemóveis atuais como o Pixel 10 ou o S25 normal não são ‘gordos’. Prefiro mil vezes ter câmaras de topo e uma bateria decente do que um aparelho que mal se sente no bolso mas que falha no essencial. Felizmente, o mercado falou e parece que os fabricantes já estão a reconsiderar esta estratégia, o que significa que podemos deixar esta moda passageira para trás.”
