Existem planos para o Galaxy S26 Edge? A Samsung responde

Laura Jenny
Laura Jenny
5 Março 2026, 15:22
2 min tempo de leitura
Traduzido e adaptado por Mafalda Vieira Santos.

A Samsung anunciou na semana passada a sua nova série Galaxy S26 e, a partir de hoje, os equipamentos já estão disponíveis nas lojas. Na verdade, existia a expectativa de um modelo ao estilo “Edge” nesta gama, mas este acabou por não aparecer. Falámos com Benjamin Braun, Chief Marketing Officer da Samsung Europa, que nos explica o porquê desta decisão.

Continuar a ler após o anúncio.

O Galaxy S25 Edge

O Galaxy S25 Edge é aquele tipo de smartphone que tens de segurar para perceberes que é, de facto, especial. O grande obstáculo é o preço, aliado a alguns pontos que deixaram a desejar. A nossa experiência com o dispositivo foi mista: por um lado, a Samsung parecia testar os limites com um design bonito e um ecrã de 6,7 polegadas muito agradável. É rápido, robusto e as câmaras são surpreendentemente boas. Mas, para sermos honestos, o que estragou a experiência foi mesmo a bateria, demasiado pequena para o que se exige hoje.

A verdade é que não se vê muita gente com este modelo na rua. Mas o que reserva o futuro para o conceito Edge? Será uma série contínua ou um caso único? Benjamin Braun é pragmático: “Somos uma empresa comercial. Se houver procura, nós fabricamos. Duvido que tenha existido uma procura real pelo S25 Edge. Acredito que as pessoas procuram outras coisas: não querem sacrificar a autonomia ou a câmara. Querem a maior bateria possível.”

Ainda assim, a ausência de um S26 Edge agora não dita o fim definitivo do conceito. Braun compara a situação a outras tecnologias emergentes: “O facto de não termos agora um S26 Edge não significa que não o tenhamos no futuro. É comparável aos óculos inteligentes e de realidade virtual: estamos numa jornada de descoberta e vamos decidindo o caminho à medida que avançamos.”

Continuar a ler após o anúncio.

E quanto ao Galaxy Z Trifold, o smartphone de tripla dobragem da marca? Fala-se muito dele na Europa, mas ainda não chegou cá. Braun esclarece: “Já o vendemos nos Estados Unidos, Coreia, China e Emirados Árabes Unidos. Temos de avaliar os próximos passos. No fundo, tudo se resume ao formato: existem muitas configurações de aparelhos que podemos explorar.” Uma afirmação curiosa, especialmente quando circulam rumores sobre um dobrável da Samsung com ecrãs mais largos. Será essa a referência? Provavelmente só teremos respostas em julho, altura em que se espera o evento Unpacked dedicado aos dobráveis.