Fuga de informação do Pixel 11 revela o Tensor G6: CPU mais rápida, mas GPU já desatualizada

Sven Rietkerk
Sven Rietkerk
30 Abril 2026, 6:43
2 min tempo de leitura
Traduzido e adaptado por Mafalda Vieira Santos.

Surgiram novos detalhes sobre o Google Pixel 11 e, muito em especial, sobre o processador que lhe vai dar vida: o Tensor G6. Segundo uma fuga de informação recente, o chip deverá apresentar uma mistura curiosa de melhorias e concessões. O processador principal (CPU) dá um belo salto em frente, mas a parte gráfica (GPU) parece ficar um pouco para trás.

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O novo Tensor G6 promete ser interessante

Tudo isto chega-nos através de um novo leak do canal Mystic Leaks. A fonte partilhou uma imagem estrategicamente recortada que revela novos dados técnicos sobre o processador. Como seria de esperar, falamos do Tensor G6, o sucessor direto do G5 que equipa a atual geração de telemóveis da Google. Claro que, como é habitual nestas situações, nem todos os detalhes foram revelados de uma só vez.

O grande destaque positivo vai para a CPU. Ao que tudo indica, o Tensor G6 vai utilizar núcleos ARM mais recentes, o que se traduz num melhor desempenho e numa maior eficiência energética.

De acordo com o site 9to5Google, a marca continua a seguir a mesma filosofia que implementou nos chips Tensor anteriores. Ou seja, o foco não está apenas na potência bruta, mas sim numa otimização inteligente para tarefas de inteligência artificial (IA) e para o uso diário. A grande novidade é que o novo chip deverá consumir menos bateria e aquecer muito menos do que o processador atual. Se a Google conseguir realmente alcançar este equilíbrio, será um excelente salto qualitativo.

A GPU fica para trás no Pixel 11

Mas nem tudo são boas notícias. Segundo o mesmo leak, a Google optou por uma arquitetura gráfica (GPU) relativamente antiga. E quando dizemos antiga, o 9to5Google aponta para tecnologia de 2021.

Na prática, o que é que isto significa para ti? O desempenho gráfico em jogos mais pesados ou aplicações muito exigentes poderá não ter uma melhoria tão expressiva quando comparado com os telemóveis da concorrência. Aparentemente, esta é uma escolha muito consciente da marca. A Google prefere apostar todas as fichas no desempenho da IA e na poupança de bateria, deixando a potência gráfica máxima para segundo plano.

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Como acontece sempre no mundo dos rumores tecnológicos, estes dados ainda não foram confirmados oficialmente pela Google. A nossa expectativa é que surjam especificações mais concretas sobre o novo smartphone durante o evento Google I/O. Se tudo correr como previsto, a nova geração Pixel chegará ao mercado durante o verão de 2026.

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