Se tens um Pixel Watch 1, deves ter ficado um pouco assustado quando o relógio mostrou, do nada, uma notificação sobre uma atualização urgente. Pior ainda: a mensagem indicava que o teu smartwatch estava a usar uma versão antiga do software e que os teus dados de sono e atividade deixariam de ser sincronizados se não instalasses a nova versão rapidamente.
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Atualização para o Pixel Watch 1?
Se entraste em pânico à procura de uma nova versão, podes respirar fundo, pois não há qualquer problema. A Google confirmou que se tratou de um erro e garante que o Pixel Watch 1 continua a ser totalmente suportado. No fundo, foi apenas um bug que fez com que a notificação aparecesse a algumas pessoas. A última atualização real para o Pixel Watch 1 já foi lançada há algum tempo: data de outubro de 2025 (Wear OS 5.1).
A Google acrescenta ainda: “Para que tudo continue a funcionar sem problemas, é sempre melhor manter o relógio atualizado. Podes encontrar instruções passo a passo para verificar e instalar a atualização mais recente do Wear OS aqui.” Vamos ser honestos: com tão poucas atualizações a serem lançadas, acaba por ser bastante fácil manter tudo em dia.
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Vale a pena lembrar que o Pixel Watch 1 nunca esteve oficialmente disponível em Portugal. O relógio foi lançado em 2022 em países como a Alemanha e a França. Ainda assim, muitos utilizadores conseguiram comprá-lo através de lojas online que o importavam de forma não oficial.
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Quando o relógio foi lançado, tivemos a oportunidade de o testar a fundo e a nossa conclusão foi clara: “Sabe a pouco em alguns aspetos, mas acerta em cheio noutros. O ponto mais forte deste relógio é a sua interface prática e a navegação, juntamente com o ecrã de qualidade e a personalização dos mostradores. A Google impressiona bastante nessa área e mostra muito potencial para as gerações seguintes. O que pode afastar alguns utilizadores é o tamanho reduzido, a fraca autonomia e as funcionalidades desportivas que carecem de profundidade e exigem custos adicionais. O Pixel Watch já é bastante caro quando comparado com o Galaxy Watch 5 mais pequeno. No entanto, a autonomia é a minha maior preocupação, porque não a podemos avaliar apenas no presente. A bateria vai começar a degradar-se ao fim de cerca de dois anos (como acontece com qualquer bateria de iões de lítio) e, a partir daí, o relógio vai durar ainda menos.”