Samsung Galaxy Z TriFold enfrenta problemas graves: ecrãs partem-se após poucos dias
A vida não está fácil para o Samsung Galaxy Z TriFold. Nos países onde este dobrável inovador já chegou às lojas, as queixas começam a acumular-se. Embora o desgaste seja algo esperado após uma utilização longa, há relatos alarmantes de ecrãs internos que se partem em apenas cinco dias.
Ecrã do TriFold cede demasiado cedo
No Reddit (via Android Headlines), vários proprietários do Galaxy Z TriFold partilharam a sua frustração: o ecrã interior deste smartphone de topo está a avariar-se a uma velocidade alarmante. Os sintomas variam desde ecrãs que ficam a preto e branco ou deixam de responder, até aos chamados “toques fantasma”, onde o telemóvel reage a interações inexistentes. O mais preocupante? Os utilizadores garantem que fazem uma utilização perfeitamente normal do equipamento e mostram-se incrédulos com a fragilidade do painel.
Reiniciar o dispositivo resolve o problema momentaneamente, mas é sol de pouca dura. Há relatos de que a animação de arranque deixa de aparecer e, num caso específico, um utilizador viu o seu TriFold avariar após cinco dias, com o que parecem ser bolhas de ar a formarem-se sob o ecrã. Infelizmente, isto não é novidade: já em janeiro de 2026 existiam indicações de que a durabilidade do TriFold deixava muito a desejar.
Por enquanto, longe da Europa
O verdadeiro problema destes danos é a incerteza sobre a garantia. A Samsung poderá não cobrir a reparação integralmente, restando aos utilizadores a esperança de receber um vale que cubra parte dos custos. Como deves imaginar, esse valor raramente cobre a reparação total e muito menos o montante necessário para adquirir um novo dispositivo.
Felizmente, para já, o número de casos reportados é reduzido. No entanto, esta fragilidade pode ser uma das razões pelas quais o dispositivo ainda não chegou à Europa. As leis de proteção do consumidor por cá são bastante rigorosas e as marcas tendem a ser cautelosas. Outros telemóveis de dobragem dupla, como o Huawei Mate XT, também continuam indisponíveis no nosso mercado.
Ainda assim, é inegável que os dobráveis vieram para ficar e representam já uma fatia gigante do mercado mobile. As receitas geradas são astronómicas e espera-se que 2026 seja um ano decisivo para a afirmação definitiva deste formato.
