A Google melhorou o desbloqueio facial na nova série Pixel 11. Agora, o Pixel 11, o Pixel 11 Pro e o Pixel 11 Pro Fold conseguem reconhecer o teu rosto de forma mais rápida e precisa, mesmo em condições de pouca luz. Esta melhoria está em destaque nas páginas de produto dos novos smartphones, com a marca a fazer uma comparação direta com a geração anterior, a série Pixel 10.
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O reconhecimento facial funciona melhor no escuro
Esta novidade pode ser encontrada na versão em inglês do site da Google dedicado à segurança dos Pixel. Sobre o desbloqueio facial, a mensagem da empresa é clara: “É mais rápido, mais seguro e funciona melhor com pouca luz.” Na prática, isto significa que desbloquear o teu Pixel 11 Pro vai ser uma experiência bastante superior quando comparada com a do Pixel 10 Pro.
A funcionalidade não é exclusiva de um único modelo. Também está presente no Pixel 11, no Pixel 11 Pro XL e no Pixel 11 Pro Fold. A Google menciona esta otimização nas páginas de produto de todos estes equipamentos, embora não detalhe exatamente qual é a tecnologia que atua nos bastidores para fazer o desbloqueio acontecer.
Para os fãs de longa data, vale a pena lembrar que esta não é uma estreia na linha Pixel. A funcionalidade de reconhecimento facial surgiu pela primeira vez no Pixel 4, acabou por desaparecer nos Pixel 5 e 6, e fez o seu regresso definitivo a partir do Pixel 7.
Sem sensor de infravermelhos como no iPhone
Apesar da melhoria evidente, convém esclarecer que esta evolução não significa que a Google tenha finalmente integrado uma solução de hardware equivalente ao Face ID. Durante algum tempo, os rumores apontavam para a inclusão de uma câmara de infravermelhos para o desbloqueio facial nos smartphones deste ano, mas a verdade é que essa tecnologia acabou por ficar de fora.
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Esta é uma diferença importante em relação ao sistema da Apple, que recorre a hardware dedicado para conseguir funcionar nas mais variadas condições de iluminação. Com os novos smartphones, a Google parece ter optado por aperfeiçoar ao máximo a sua abordagem atual, que continua a ser puramente baseada na câmara frontal.
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