A Samsung decidiu aumentar os preços de vários smartphones, com especial destaque para os Estados Unidos. Em alguns casos, o aumento chega aos 250 euros. A marca coreana justifica esta decisão com a pressão crescente sobre os custos na indústria a nível global. No fundo, a escassez de componentes como a memória RAM também está a afetar a Samsung e, como seria de esperar, são os clientes que mais sentem o impacto na carteira.
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Subidas de preço nos produtos Samsung
Nos Estados Unidos, os preços de modelos como o Galaxy Z Flip 7, o Galaxy S25 Edge e o S25 FE já começaram a subir. Mas os tablets também não escaparam a esta tendência. O Galaxy Tab S11 Ultra é mesmo o dispositivo com o maior salto no preço, registando um aumento de 280 dólares (cerca de 250 euros). Para teres uma ideia, este tablet custava 1.619 dólares no mercado americano e passou agora para os 1.899 dólares.
Por cá, ainda não notámos estas subidas de preço nas lojas. Ainda assim, decidimos questionar a Samsung para perceber se podemos esperar o mesmo cenário em Portugal. O porta-voz da marca referiu que, de momento, ainda não é possível confirmar se os preços vão sofrer alterações no nosso país, mas deixou um comentário oficial sobre os aumentos verificados noutros mercados:
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“Em resposta à pressão contínua sobre os custos globais na indústria, a Samsung Electronics procedeu a ajustes de preço direcionados em determinados dispositivos Galaxy. A Samsung mantém o compromisso de oferecer aos seus clientes uma excelente relação qualidade-preço e uma experiência de alta qualidade.”
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A subida dos preços da memória RAM
A verdade é que os preços da memória RAM estão a disparar a um ritmo impressionante. Já tínhamos visto outras marcas, como a OPPO, a aumentar os preços dos seus dispositivos. E o mais curioso é que não se tratou de novos lançamentos, mas sim de telemóveis que já estavam à venda no mercado. O que é que isto significa para ti? Basicamente, esperar para comprar nova tecnologia pode já não ser a estratégia mais inteligente. Se antigamente os preços costumavam descer ao fim de algumas semanas ou meses, hoje em dia é cada vez mais comum vê-los subir, numa tentativa das marcas de evitar aumentos ainda mais drásticos nos modelos da próxima geração.