A Google acaba de disponibilizar uma atualização importante para o Veo 3.1, o seu modelo de inteligência artificial capaz de gerar vídeos a partir de simples imagens e texto. Com esta nova versão, a criação de vídeos verticais — perfeitos para o YouTube Shorts e TikTok — torna-se muito mais direta e intuitiva.
Novas funcionalidades no Veo
O grande destaque desta atualização reside na funcionalidade melhorada “Ingredients to Video“. No fundo, esta ferramenta permite-te criar vídeos utilizando três imagens que defines como referência.
Com o Veo 3.1, passas a ter um controlo muito mais granular sobre a aparência e o comportamento das personagens, objetos e fundos no ecrã. Isto significa que uma personagem permanece reconhecível, mesmo quando a cena muda completamente. Além disso, tens a liberdade de reutilizar elementos visuais em diferentes planos sem perder a coerência.
Outra mudança significativa que o Veo 3.1 traz é o suporte nativo para vídeos verticais. Como sabes, este é o formato padrão que domina o TikTok, os YouTube Shorts e os Instagram Reels.
A inteligência artificial gera agora o vídeo diretamente neste formato, poupando-te o trabalho de teres de recortar ou editar as imagens à posteriori. Para facilitar o acesso, a Google integrou estas capacidades em várias aplicações, incluindo o Gemini, o YouTube Shorts e o YouTube Create. Desta forma, podes gerar vídeos Veo diretamente no teu telemóvel ou tablet e publicá-los de imediato.
Resolução mais elevada
Mas as novidades não se ficam pelo formato. O Veo 3.1 traz também melhorias na qualidade de imagem, com suporte para upsampling para resoluções mais elevadas, tanto em 1080p como em 4K. Isto resulta em vídeos gerados com muito mais nitidez.
Embora a resolução base continue a ser 720p, esta tecnologia permite escalar o conteúdo até 4K com resultados surpreendentes.
Agora, a questão do preço. Para tirares partido do Veo 3.1 sem restrições, vais precisar de uma subscrição Google AI Pro, que tem um custo de 21,99 euros por mês. As contas gratuitas até podem aceder à funcionalidade, mas a Google avisa que o acesso será bastante mais limitado.
