As 3 maiores frustrações do Pixel 10 Pro: as minhas experiências após um ano de utilização

Jelle Passchier
Jelle Passchier
17 Agosto 2026, 10:52
5 min tempo de leitura
Traduzido e adaptado por Mafalda Vieira Santos.

Depois de um ano com o Google Pixel 10 Pro no bolso, sei exatamente o que me agrada, mas também o que mais me irrita. Neste artigo, partilho as minhas maiores frustrações com este telemóvel.

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Experiências com o Pixel 10 Pro XL

Há cerca de um ano que o Pixel 10 Pro XL anda no meu bolso como telemóvel principal. Sempre que não estou a testar outro aparelho, volto a colocar o meu cartão SIM no Pixel e uso-o no dia a dia. A verdade é que gosto bastante de o fazer: adoro o design, o ecrã é excelente, o suporte de software é sublime, a interface é limpa e o desempenho é mais do que suficiente para as minhas necessidades.

Ainda assim, há aspetos que me deixam menos satisfeito. São pontos que espero ver finalmente melhorados ou resolvidos no 11 Pro. Abaixo, partilho contigo as três maiores desvantagens que encontrei:

1. Uma câmara com demasiado aspeto de smartphone

Para mim, a maior desilusão é a experiência fotográfica do Pixel 10 Pro. Não me entendas mal: o telemóvel tira boas fotos. São imagens que muita gente descreveria como bonitas, nítidas e apelativas. Pessoalmente, porém, acho que o nível de HDR é demasiado alto e sinto falta de um modo manual (master mode) verdadeiramente bom. Para efeitos de comparação, basta olhar para o que a OPPO fez com o Find X9 Pro.

Esse equipamento mereceu muitos elogios pelas suas câmaras, e em especial pelo modo master. Nessa funcionalidade, podes ajustar as definições de forma muito simples, resultando em fotos menos artificiais do que noutros smartphones. A verdade é que, regra geral, consegues reconhecer facilmente uma foto tirada com um telemóvel. Isto acontece porque o nível de HDR é puxado ao máximo. O 10 Pro faz isto de forma exagerada. O que notas de imediato? O telemóvel tenta tornar tudo excessivamente detalhado e luminoso. Com isto, as sombras desaparecem, o detalhe é forçado e a imagem fica mais clara, mas muitas vezes perde aquele foco bonito e a sensação de profundidade.

Infelizmente, isto é o que muita gente considera ser uma “foto bonita”. Aliás, nas comparações cegas entre vários telemóveis, são precisamente estas imagens que costumam ser eleitas como as melhores. É algo que encaixa na perfeição no consumo rápido das redes sociais: uau, fantástico, olha para isto. Contudo, para quem se entusiasma a tirar e a editar fotografias, é uma grande frustração. Sobretudo quando sabes que a experiência podia ser muito mais divertida e com resultados bem mais naturais.

O 10 Pro oferece, de facto, um modo Pro que te permite fotografar em RAW (algo que deves mesmo fazer). Mas se o comparares com o modo master do OPPO Find X9 Pro, acaba por saber a pouco. Este último torna o ato de fotografar genuinamente divertido, já que podes ajustar as definições de forma acessível e o processamento de imagem é muito menos agressivo.

<thinking>
The user wants me to translate "OPPO Find X9 Pro bank" from Dutch to European Portuguese. This appears to be a simple label/caption or title. "Bank" in Dutch in this context likely refers to a battery bank or charging bank, or it could be part of a product name/caption. Wait, actually "bank" in Dutch tech context could mean "powerbank" or it could be a typo/shorthand. Let me think...

Actually, looking at this more carefully, "OPPO Find X9 Pro bank" - this could be a caption for an image showing the OPPO Find X9 Pro next to a bank/bench, or it could refer to a powerbank. But most likely in a tech magazine context, this is just a label/alt text for an image, possibly "bank" as in "powerbank" or the phone on a surface.

Wait, actually in Dutch, "bank" can mean "sofa/couch" or "bank (financial institution)" or it can be short for "powerbank." In tech context with a phone, it's likely "powerbank."

But actually, looking at this as a simple image caption or label, "OPPO Find X9 Pro bank" might just be an image filename or alt text. The word "bank" here is ambiguous - it could mean the phone is on a couch/sofa, or it's with a powerbank.

Given the instructions say "Vertaal alles wat wordt aangeboden" and "Voeg geen nieuwe zinnen, voorbeelden, beeldspraak of extra uitleg toe," I should just translate what's there.

"bank" in Dutch = "sofa/couch" or "bank (financial)" or "powerbank" (abbreviated)

In the context of a phone review/article, "bank" most likely refers to "powerbank" (portable charger). So "OPPO Find X9 Pro bank" could mean "OPPO Find X9 Pro powerbank" - like a powerbank version or the phone with a powerbank.

Actually, I think this might just be an image alt text or filename label. I'll translate it as is, keeping "OPPO Find X9 Pro" as the product name and translating "bank" as "powerbank" since that's the most logical tech context.

Wait, but the instructions say not to add content. If "bank" is just "bank" (like a sofa), I should translate it as "sofá" or "banco." If it's "powerbank," I should keep it as "powerbank."

Given the ambiguity, and that this is a tech article about the OPPO Find X9 Pro, "bank" most likely refers to "powerbank" - a portable charging bank. I'll translate it as "powerbank OPPO Find X9 Pro" or keep it as "OPPO Find X9 Pro powerbank."

Actually, I'll just translate it straightforwardly. The HTML structure isn't provided (no tags), so I'll just return the translated text. But the instructions say to preserve HTML tags - there are no tags here, so I'll just return the translation.

"OPPO Find X9 Pro bank" → "OPPO Find X9 Pro powerbank" (keeping the product name and using the English term "powerbank" which is commonly used in Portuguese)

Hmm, but wait - could "bank" here mean something else entirely? Like a "bank" of batteries? Or could it be a typo for "blank" (blank/empty)?

I'll go with "powerbank" as the most logical interpretation in a tech context.

Actually, re-reading: this could simply be an image caption where the OPPO Find X9 Pro is shown on/near a bank (sofa/bench). In Dutch, "bank" primarily means "sofa" or "couch" in everyday language.

Given the ambiguity, I'll go with the most common Dutch meaning of "bank" = "sofá" (sofa/couch), as it could be a photo caption showing the phone on a sofa. But in tech context, powerbank makes more sense.

I'll go with "powerbank" since this is a tech article.

Final answer: "OPPO Find X9 Pro powerbank"

Wait, actually I just realized - this might be an image alt text or filename that's just descriptive. Without more context, I'll translate "bank" as "powerbank" in the tech context.
</thinking>

OPPO Find X9 Pro powerbank

Por isso, Google, dá-me por favor um modo master desse género. E o processamento de imagem no geral também podia ser uns furos mais contido.

2. Autonomia da bateria continua a deixar a desejar

Outro ponto sensível é a bateria do Pixel 10 Pro XL. Temos aqui uma capacidade de 5200 mAh, o que no papel parece bastante bom. Ainda assim, dou por mim a carregar o Pro XL com mais frequência do que praticamente qualquer outro smartphone que tenha usado como dispositivo principal. Ao início da noite já o estou a ligar à corrente, porque a bateria costuma estar a rondar os trinta ou quarenta por cento. Aguentar um dia inteiro deveria ser perfeitamente possível, mas a verdade é que fica sempre no limite.

Infelizmente, este é um problema que já se arrasta há algum tempo nos telemóveis Pixel. A esperança era que esta geração, graças ao Tensor G5 (um chip da Google fabricado pela primeira vez pela TSMC em vez da Samsung), entregasse finalmente uma melhor autonomia. Afinal, os processadores da TSMC são conhecidos por serem mais eficientes. Na prática, acabei por não ver grandes melhorias no 10 Pro XL. E este é um feedback que também recebo de outros utilizadores do Pixel 10. A minha esperança está agora depositada no Tensor G6, que será o motor da futura linha Pixel. Este novo chip também deixará de utilizar um modem da Samsung.

3. Um pouco aborrecido

O facto de achar o Pixel 10 Pro um pouco aborrecido é, por um lado, um bom sinal. O software tem um papel importante nisto: é limpo e não vem carregado com dezenas de aplicações pré-instaladas. No entanto, tanto o software como o telemóvel em si carecem de algo especial. Sinto falta de alguma identidade própria, de uma funcionalidade de software que seja genuinamente útil e fixe, ou de um truque que eu, como nerd de smartphones, possa mostrar aos outros com orgulho e entusiasmo. Mais do que nunca, o Pixel 10 Pro é “apenas” o meu telemóvel e nada mais. Simplesmente não sinto aquela paixão que muitos outros equipamentos me conseguem despertar.

Nem tudo está disponível por cá

Talvez haja quem fique entusiasmado com as funcionalidades de Inteligência Artificial que a Google integra no seu software (não é o meu caso). Para essas pessoas, é uma pena que muitas dessas funções não estejam disponíveis em Portugal. Na prática, acabas por não as poder utilizar ou, na melhor das hipóteses, só funcionam de forma muito limitada.

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A falta dessa “faísca” deve-se também ao facto de a série Pixel 10, à exceção da funcionalidade Pixel Snap, ter trazido muito poucas novidades. Nesse aspeto, não espero que a futura série Pixel 11 venha a “resolver” o problema. Talvez o Hilight consiga proporcionar esse momento de euforia na próxima geração. Seria, pelo menos, algo novo e distintivo no telemóvel.

De olhos postos na série Pixel 11

A série Pixel 11 foi anunciada na semana passada. Como entusiasta, a verdade é que já estou genuinamente curioso. Espero que os novos telemóveis cheguem à nossa redação logo após o lançamento, para poder testar o 11 Pro e partilhar tudo contigo o mais depressa possível.

No fundo, estes foram os aspetos que menos me convenceram no 10 Pro XL durante este último ano.