O YouTube passa muitas vezes das marcas com a quantidade de anúncios que te obriga a ver. É claro que o grande objetivo da plataforma é fazer-te subscrever o plano Premium. No entanto, a própria empresa revelou agora um pequeno truque para usares o serviço com menos interrupções publicitárias.
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Sem YouTube Premium
O YouTube Premium custa 13,99 euros por mês, um valor que já pesa na carteira. Além disso, a verdade é que hesitamos muito mais em pagar pelo YouTube do que por outros serviços. Afinal, a plataforma nunca esteve escondida atrás de uma barreira de pagamento rígida, ao contrário do que acontece com serviços de streaming como a Netflix ou o Spotify.
Antigamente, o YouTube era um espaço muito mais limpo no que toca a publicidade. Hoje em dia, a Google dá-te cada vez mais razões (leia-se: irritações) para te empurrar para uma subscrição paga. Mas e se quiseres continuar a resistir sem abrir os cordões à bolsa?
O YouTube introduziu uma mecânica, válida apenas sob condições muito específicas, que te permite ver menos anúncios. A ideia da plataforma é garantir que a publicidade não corta a conversa a meio durante as transmissões em direto (livestreams).
Por isso, se fores um utilizador da versão gratuita e estiveres a assistir a um direto com muita participação, vais ver poucos ou nenhuns anúncios. A grande ressalva é que isto só se aplica a transmissões com muita atividade no chat, e é o próprio YouTube que decide quando esse critério é cumprido. No fundo, interagir e comentar nas livestreams pode jogar a teu favor, garantindo uma experiência com menos interrupções.
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Livestreams no YouTube
Vamos ser honestos: são circunstâncias muito específicas. Ainda assim, não deixa de ser uma pequena vitória para quem quer ser menos bombardeado por publicidade.
Além desta mudança, o YouTube está a afinar o YouTube Live para ajudar os criadores de conteúdo a gerarem mais receitas. Agora, já podes enviar presentes virtuais durante as transmissões em direto horizontais, diretamente a partir do teu telemóvel. Esta funcionalidade de apoio aos criadores foi também expandida a mais países, incluindo o Canadá, a Coreia do Sul, a Tailândia e a Austrália.
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Claro que muitos utilizadores preferem recorrer a bloqueadores de anúncios (adblockers) para contornar o problema de vez. No entanto, a Google declarou guerra a esta prática. É por isso que, cada vez com mais frequência, o teu adblocker favorito deixa de funcionar no YouTube. Em alguns casos mais extremos, é o próprio leitor de vídeo que simplesmente se recusa a arrancar.